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PAEML - “Programa de Atividades Educativas no Município de Lagoa” congrega as atividades educativas oferecidas pelos diversos equipamentos públicos do Município de Lagoa, tendo como principal objetivo fazer chegar à comunidade educativa - escolas, instituições e famílias,  toda a oferta educativa disponível para os vários ciclos de ensino.

 

Este programa encontra-se disponível em formato digital,  que para além de acessível se revela também ecológico, valores base da missão de uma Cidade Educadora, na qual Lagoa tem demonstrado trabalho e boas práticas ao serviço da comunidade. Clique abaixo para o download do programa.

Programa de Atividades Educativas no Municipio de Lagoa 2021/2022 (clicar para download)

 

Cidade Educadora

 

O que é uma Cidade Educadora

A Cidade Educadora não é um projeto. Não é uma porção de território nem um número de pessoas. É uma construção social em que a Cidade-Município decide investir. Nunca está acabada. Precisa de todos/as os que habitam o território, seja por longo ou curto tempo. Só evolui se contar com as pessoas, e com as instituições publicas e privadas que tecem a malha concreta do concelho. Ergue-se sobre os pilares da educação formal, da educação não formal e da educação informal.

O conceito de Cidade Educadora nasceu em Barcelona, nos anos noventa do século XX, assente na ideia de que a cidade é um agente educador que deve tratar conscientemente dessa sua função. A cidade é uma instituição educadora que se deve articular com todas as instituições educadoras que integra, as Famílias, as Escolas, e outras.

Todos os espaços da cidade, e todas as ações que nela decorrem têm potencialidade educadora. O desafio é o de construir a cidade-concelho como espaço de opinião e de liberdade, de pluralismo e multiculturalidade.

Em 1990, várias cidades de diversos países reuniram-se em Barcelona, no I Congresso Internacional das Cidades Educadoras, com o objetivo comum de trabalhar conjuntamente em projetos e atividades para melhorar a qualidade de vida dos seus habitantes. Nesse ano nasceu movimento que deu origem à Associação Internacional das Cidades Educadoras (AICE), criada em 1994. Também nesse ano foi estruturada a primeira Carta de Princípios, revista em 2004, naquela que ficou conhecida como a declaração de Génova.

Lagoa do Algarve aderiu à AICE e subscreveu a Carta das Cidades Educadoras em janeiro de 2018.

 

O que é Educação Formal, Educação não formal e Educação Informal

Estes são os três eixos de intervenção da Cidade Educadora:

  1. A educação formal caracteriza-se por ser altamente estruturada. Desenvolve-se no seio de instituições próprias — Escolas e Universidades — onde o aluno deve seguir um programa pré-determinado, semelhante ao dos outros alunos que frequentam a mesma instituição.
  2. A educação não formal processa-se fora da esfera escolar e é veiculada por instituições tão diversas como museus, meios de comunicação, ou outras que organizam eventos e propostas diversificadas. Podem ser cursos livres, feiras e encontros, ou outros formatos. Têm em comum o propósito de passar conhecimento a um público heterogéneo.  A aprendizagem não formal desenvolve-se, assim, de acordo com os desejos do indivíduo, num clima especialmente concebido para se tornar agradável.
  3. A educação informal ocorre de forma espontânea na vida do dia-a-dia através de conversas e vivências com familiares, amigos, colegas e interlocutores ocasionais. Na educação informal, não há lugar marcado, horários fixos, ou currículos pré-definidos.
    Caracteriza-se por não ser organizada, mas casual e empírica, exercida a partir das vivências, de modo espontâneo. Ou seja, é marcada pela ausência de intencionalidade educativa. Pode assim desenvolver-se numa diversidade de contextos e de ambientes quase ilimitada.

 

O que é que distingue uma Cidade Educadora de uma outra cidade?

 

Todas as cidades são cidades educativas (André Fauré, 1972).

As cidades que escolhem intencionalmente a educação como prioridade política de governação local são Cidades Educadoras.

Todas as cidades são “(…) um imenso potencial educativo não só pela intensidade das trocas de conhecimentos que se operam, mas também pela escola de civismo e de solidariedade que constitui” (FAURE, 1972, p.247).

Cidade Educadora é “(…) uma proposta integradora de educação formal, não formal e informal, gerada pela cidade, para todos os seus habitantes e reveladora de um compromisso político, público e ativo, que respeita às famílias e às escolas, mas também aos municípios, associações, indústrias culturais, empresas, instituições e entidades coletivas” (FIGUERAS, 2008, p.19).

Segundo a Secretária-geral da AICE, (Associação Internacional de Cidades Educadoras) a mudança de adjetivo, de cidades educativas, expresso no relatório de Edgar Fauré, para cidades educadoras: “(…) não é apenas um pormenor (…), revela a vontade de criação de um quadro conceptual abrangente de todas as potencialidades educadoras da cidade, que congregasse todas as abordagens, conteúdos, atividades ou programas educativos, dispersos pela cidade” (FIGUERAS, 2006, p. 23).

Ou seja, qualquer cidade é educativa, por inerência das competências que tem de desempenhar em matéria de educação. Mas para se considerar educadora, a cidade deve assumir uma intencionalidade para lá dessas funções tradicionais e regulamentadas, colocando-se ao serviço da promoção e do desenvolvimento integral dos seus cidadãos.

Esta intencionalidade educadora é, de facto, o conceito base da cidade educadora, ao considerar um projeto educativo de cidade comum à escola e ao espaço urbano e (…) atribuindo aos municípios a importante tarefa de coordenação local da Acão social, cultural e educativa que se desenvolve na cidade (MACHADO, 2005, P. 2225).

Assim, subjacente ao princípio de Cidade Educadora, está um programa de governação local que procure - através dos seus múltiplos recursos e possibilidades educadoras e da transversalidade a todos os temas e sectores- implementar medidas que favoreçam as competências de formação, de exercício de cidadania e de “empowerment” das instituições e dos cidadãos. A cidade educadora é atenta aos jovens, mas considera fundamental a aprendizagem ao longo da vida. 

A aplicação do conceito de Cidade Educadora – interpretado em sentido amplo e abrangente - é tanto mais exequível quanto maior for a capacidade de reflexão crítica que lhe for associada no território.

Trata-se de uma construção de médio e longo prazo, mas sempre inacabada. 

Serão responsáveis tanto a administração municipal, como outras administrações que têm uma influência na cidade, e os seus habitantes deverão igualmente comprometerem-se neste empreendimento” (…)

in primeiro princípio da Carta de Cidades Educadoras.

 

Carta das Cidades Educadoras

As cidades representadas no 1º Congresso Internacional das Cidades Educadoras, que teve lugar em Barcelona em Novembro de 1990, reuniram na Carta inicial, os princípios essenciais ao impulso educador da cidade. Elas partiam do princípio que o desenvolvimento dos seus habitantes não podia ser deixado ao acaso. Esta Carta foi revista no III Congresso Internacional (Bolonha, 1994) e no de Génova (2004), a fim de adaptar as suas abordagens aos novos desafios e necessidades sociais.

A presente Carta baseia-se na Declaração Universal dos Direitos do Homem (1948), no Pacto Internacional dos Direitos Económicos, Sociais e Culturais (1966), na Declaração Mundial da Educação para Todos (1990), na Convenção nascida da Cimeira Mundial para a Infância (1990) e na Declaração Universal sobre Diversidade Cultural (2001).

Carta das Cidades Educadoras

 

 

Lagoa, Cidade Educadora

 

Vídeos

 
 

 

 
 

 

Decisão da Câmara Municipal de Lagoa de aderir à Associação Internacional de Cidades Educadoras

 

  • CidadeEducadoraDeliberacao2017

 

Decisão da Assembleia Municipal de Lagoa de aderir à Associação Internacional de Cidades Educadoras

 

  • CidadeEducadoraCertidao2017

 

Projetos educadores

A Educação é entendida pelo Município de Lagoa como um vetor estratégico do desenvolvimento local. O apoio e colaboração direta com as Escolas é, por isso, uma prioridade quotidiana desta autarquia. Com um posicionamento ambicioso nesta área, Lagoa assume-se como Cidade Educadora.

A Educação é eleita pelo atual executivo como causa prioritária da governação local. As dimensões da educação formal, não formal e informal são encaradas como complementares numa estratégia sustentada de valorização das pessoas no concelho de Lagoa.

A cooperação ativa entre os diferentes agentes da comunidade educativa de Lagoa traduz-se num conjunto alargado de programas, projetos e ações de natureza diversa.

 

No âmbito do Programa de Educação Estética e Artística (PEEA), foi assinado o protocolo entre o Municipio de Lagoa e a Direção Geral da Educação. Este programa, tem como objetivo elevar a missão da Educação Artística e o nível de literacia artística para que as artes estejam no quotidiano da escola, intervindo na realidade e fortalecendo o pensamento autónomo, complexo, multidisciplinar, de forma criativa e crítica e valorizar uma Educação Artística com maior dimensão para todos, implementando modelos de uma pedagogia libertadora, criativa, divergente, que qualifica não só os seus agentes, mas também toda a comunidade, contribuindo, assim, para dinâmicas sociais mais enriquecedoras.

 

Projetos Arte e Território

Os projetos Arte e Território são projetos escolares, transdisciplinares, que associam a Arte a aspetos do património natural e histórico-cultural local, com a apresentação de uma intervenção artística na comunidade e que pretendem contribuir para uma educação de qualidade, abrangente e inclusiva, conjugando conhecimentos e sinergias com o objetivo de aumentar os territórios artísticos e culturais nas escolas.

 

Lagoa contou com a realização do Projeto Arte e Território no Agrupamento de Escolas Rio Arade com o tema “As Asas da Lontra Bernardina”; no Projeto Arte e Território no Agrupamento de Escolas Padre António Martins de Oliveira, com o tema “A Sereia Seixa”; no Curso de Formação de Professores “Música em Contexto escolar” no Agrupamento de Escolas Rio Arade e no Curso de Formação de Professores “Dança em Contexto Escolar” no Agrupamento de Escolas Padre António Martins de Oliveira. Beneficiaram no total 4 turmas do 1º e do 3º ciclo e respetivos professores/as dos agrupamentos escolares do ensino público do concelho de Lagoa.

 

 

 

Heróis da Fruta chegam ao pequeno ecrã com série de animação portuguesa

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O projeto Heróis da Fruta da Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI), chega ao pequeno ecrã com uma série de animação portuguesa com 26 episódios que retratam aventuras de um grupo de super heróis que querem salvar o planeta "à dentada", viajando pelo país à procura de frutas e legumes de origem nacional para ganharem superpoderes.
A estreia está marcada para o Dia Mundial da Alimentação, que se assinala a 16 de outubro, com a emissão no Canal Panda, RTP2, RTP Madeira, Porto Canal, Local Visão TV e Meo Kids. Nesta data também chega às lojas o livro solidário inspirado na série.


Segundo Mário Silva, presidente da APCOI e coordenador nacional do projeto Heróis da Fruta explica que "esta série é uma adaptação para desenhos animados da iniciativa Heróis da Fruta que a APCOI implementa nas escolas, desde 2011, para prevenir a obesidade infantil, através do consumo diário de frutas e legumes, nas quantidades recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e que já melhorou os hábitos alimentares de 502.122 crianças".  


Ao longo dos 26 episódios, os Heróis da Fruta vão dar o seu exemplo positivo às crianças e provar vários hortofrutícolas de origem nacional: Kiwi de Portugal (16/out); Melancia do Ladoeiro (17/out); Uva do Ribatejo (18/out); Abóbora de Soza (19/out); Amendoim do Rogil (20/out); Agrião de Água de Almancil (21/out); Romã do Alentejo (22/out); Amora do Minho (23/out); Laranja do Algarve (24/out); Ananás dos Açores (25/out); Azeitonas de Elvas e Campo Maior (26/out); Cereja do Fundão (27/out); Cebola Roxa de Montemor-o-Novo (28/out); Cenoura Baby Alentejana (29/out); Batata-Doce de Aljezur (30/out); Pêra Rocha do Oeste (31/out); Morango de Mirandela (01/nov); Mirtilo de Sever do Vouga (02/nov); Pêssego da Cova da Beira (03/nov); Feijão-Frade da Lardosa (04/nov); Tomate de Alvalade do Sado (05/nov); Figo-da-Índia Português (06/nov); Meloa de Santa Maria (07/nov); Banana da Madeira (08/nov); Melão de Almeirim (09/nov) e Maçã de Alcobaça (10/nov). 


A partir de 16 de outubro e até 10 de novembro, todos os dias, um novo episódio será transmitido em todos os canais de televisão parceiros da iniciativa: Canal Panda, RTP2, RTP Madeira, Porto Canal e Localvisão TV. No MEO Kids ficará disponivel logo na data da estreia uma área exclusivamente dedicada aos Heróis da Fruta na qual os mais pequenos poderão ver e rever todos os episódios, sempre que quiserem, na posição 53. Além disso, os episódios poderão também ser ouvidos diariamente em diversas rádios de várias regiões do país: Rádio ZigZag, Mundial FM, Rádio Voz do Sorraia, Rádio Planície, Rádio Cartaxo, RUA FM, Rádio Dueça, Rádio Dom Fuas e Rádio Pico. 

Equipamentos educadores

O Município de Lagoa dispõe de equipamentos culturais e desportivos de referência.

Várias equipas de profissionais trabalham diariamente para viabilizar e dinamizar a vida destes equipamentos, proporcionando aos seus muitos utentes, um nível de fruição cultural e desportiva já reconhecido ao nível regional, nacional e até internacional.

 

Convento de S. José : ex-libris de Lagoa

  • ConventoSJose

Edifício com origem nos finais do séc. XVII, foi, ao longo dos tempos, utilizado com distintos fins: funcionou como recolhimento de freiras mendicantes; como colégio feminino dirigido por irmãs Dominicanas; foi espaço de repartições públicas e de serviços municipais; sede de junta de freguesia; escola primária.

Desde a remodelação de 1993, o Convento de S. José está ao serviço da cultura. Aqui têm lugar eventos e atividades distintas: mostras e exposições, conferências, reuniões e visitas guiadas, espetáculos e performances artísticas. É reconhecido como um dos ex-líbris de Lagoa.

 

Arquivo Municipal: o lugar da memória

O Arquivo Municipal de Lagoa está instalado num edifício construído na segunda metade do séc. XIX para ser depósito de água, colmatando as necessidades de abastecimento da então vila de Lagoa e do seu mercado municipal, em construção.

Após longo período de inatividade, foi convertido em Biblioteca Municipal. Em 1999 foi adaptado para arquivo e inaugurado dois anos depois. Conserva um acervo documental datado de meados do séc. XVII a inícios do séc. XXI. Acolhe fundos estatais, autárquicos, privados, familiares e de coletividades, sobretudo relativos ao concelho de Lagoa.

 

Biblioteca Municipal: o sítio dos livros e das ideias

  • BibliotecaMunicipal

Fundada em 1983 a Biblioteca Municipal de Lagoa começou por ocupar o depósito de água, (atual Arquivo Municipal). Em 1997 instalou-se no edifício do antigo Teatro e em 2017 recebeu obras de modernização.

A Biblioteca é um espaço aberto, vivo e funcional. Promove o diálogo entre ideias, memórias e linguagens. Favorece a transmissão de conhecimento. Os livros, a multimédia, os eventos e as atividades diversificadas são ofertas continuadas à comunidade lagoense.

 

Escola de Artes Mestre Fernando Rodrigues: espaço de inclusão pelas artes

  • EscolaDeArtes

A Escola de Artes de Lagoa é um espaço que estimula a formação de artistas e a inclusão pela arte. Promove a relação entre a educação formal e não formal, a ocupação criativa, o usufruto das oficinas e das galerias de exposição.

Tudo começou com a Escola Municipal de Artesanato instalada, em 1983, no velho matadouro municipal, e com o mestre artesão Fernando Rodrigues. Atualmente promove e acolhe as mais diversas expressões artísticas: da pintura à escultura; da olaria à joalharia; do restauro à fotografia.

 

Auditório Municipal: Centro de todos os encontros e propostas culturais

  • AuditorioMunicipal

Aberto à cultura e aos principais atos públicos que acontecem em Lagoa, este equipamento municipal qualifica uma zona central de Lagoa.

Conta com uma sala de espetáculos com 300 lugares que é referência na região do Algarve.

O edifício, de construção contemporânea, é funcional, versátil, cómodo e seguro. Dispõe de valências que permitem acolher os mais diversos espetáculos e eventos culturais: o palco abre-se sobre uma boca de cena bem dimensionada; o backstage tem camarins coletivos, individuais e cabines de tradução; inclui ainda uma sala polivalente, diversas áreas funcionais, e sistemas versáteis de áudio, luz e vídeo.

 

Museu de Lagoa: O passado é herança; o presente é construção; o futuro é o rumo.

O Sul de Portugal, como nenhuma outra região do país, foi, desde o segundo quartel do séc. XIX, palco de profundos e contínuos movimentos sociais que contribuíram fortemente para a configuração da cidadania, da governança administrativa, política e económica que hoje temos.

O futuro Museu de Lagoa, propõe-se trabalhar esta temática em particular, e em geral as matérias que enfatizam a história e o património locais como pilares do desenvolvimento. Este Museu projeta posicionar-se como espaço vivo e de relação permanente com a comunidade, a partir do antigo edifício dos Paços do Concelho de Lagoa.

 

Pavilhão Desportivo Municipal Jacinto Correia

  • PavilhaMunicipal

Inaugurado em 1989, este equipamento foi alvo de obras significativas em 2016. Estrutura-se numa nave de 45m de comprimento e 24m de largura; conta com piso sintético, Iluminação, 6 Balneários, arrecadações, bancadas e uma galeria superior na lateral.

Este é um espaço de acolhimento e promoção da prática de diferentes modalidades desportivas de que são exemplo o Andebol, Futsal, Basquetebol, Voleibol, Ténis, Ginásticas, Artes Marciais, Capoeira. Agentes e estruturas associativas do concelho contam com esta estrutura para a concretização dos seus programas e atividades.

 

Piscinas Municipais de Lagoa

  • PiscinaMunicipal

As Piscinas Municipais, inauguradas em 2001, têm merecido investimentos contínuos que visam proporcionar uma oferta cada vez mais qualificada nesta área da prática desportiva e da promoção da saúde pública correlacionada.

Este complexo desportivo coberto conta com duas piscinas aquecidas, para além das condições para sauna e banho turco.

A piscina de maior dimensão (25m x 12.5m com 1.20m de profundidade) acolhe grupos e práticas mais alargadas, enquanto a piscina mais pequena (6m X 12.5m com profundidade de 0,80m até 1,20m) recebe aulas para bebés, primeiras aprendizagens, hidroterapia e hidroginástica, ou o Pólo aquático, entre outras práticas.

Uma sala de imprensa, bancadas, vestiários, posto médico, pontuam entre as condições que reforçam este equipamento municipal.

 

Estádio Municipal da Bela Vista

  • EstadioMunicipalBelaVista

Trata-se de uma moderna infraestrutura com capacidade para cerca de dois mil espetadores. Está particularmente preparada para receber várias modalidades de atletismo e futebol. Acolhe o programa nacional de marcha e corrida resultado de uma parceria entre o Município de Lagoa, a Federação Portuguesa de Atletismo e o Instituto Português do Desporto e Juventude.

Dispõe de excelentes condições de receção para atletas e visitantes. Inclui bancadas para pessoas com mobilidade condicionada, boas condições de estacionamento, entre muitas outras condições técnicas de referência.

 

 

AICE - Associação Internacional de Cidade Educadora

A Associação Internacional das Cidades Educadoras (AICE) tem sede em Barcelona e reúne cerca de 500 cidades, de 37 países.

Tem como órgãos uma Assembleia Geral, um Comité Executivo e um Secretariado.

O Comité Executivo.

A sua intervenção é norteada pela Carta das Cidades Educadoras – Declaração de Princípios – Declaração de Barcelona de 1990, actualizada em Bolonha em 1994 e em Génova 2004.

Está aberta à participação de todos os governos locais interessados em desenvolver a Carta das Cidades Educadoras.

Presta assessoria aos associados no desenvolvimento dos seus programas de Cidade Educadora. 

Facilita canais de comunicação e cooperação entre cidades e entre estas e governos nacionais e internacionais.

Promove o trabalho em Rede, como potenciador de parcerias e de procura de soluções comuns, ou propostas de intervenção mais adequadas às alterações sociais, políticas e económicas, que geram novas necessidades e por consequência novas oportunidades de aprendizagem e formação.

Está organizada em redes territoriais e em redes temáticas.

Edita o Boletim das Cidades Educadoras e promove congressos internacionais bianuais; debates e eventos vários (abertos a municípios não membros e possíveis aderentes); organiza formação para políticos e técnicos (Exposição Itinerante sobre o tema central “A Construção da Paz” e Seminário de Formação “Cidade Educadora e Governo Local”); coopera com várias organizações internacionais – UNESCO, ONU, OGLU etc.) e criou o Prémio Cidade Educadora.

Promove o intercâmbio de experiências educadoras e boas práticas através do Banco Internacional de Documentos das Cidades Educadoras (BIDCE).

O portal AICE da AICE disponibiliza páginas para as rede territoriais e para as cidades membro.

A AICE promove, ainda, a publicação de ensaios relevantes sobre as Cidades Educadoras e o Monográfico.

 

RTPCE - Rede Territorial Portuguesa de Cidades Educadoras

 

A Rede Territorial Portuguesa das Cidades Educadoras acolhe atualmente 68 cidades aderentes à AICE e rege-se por um Regulamento aprovado num Encontro Plenário /Nacional de Municípios (representados por Políticos Eleitos e Técnicos), tendo uma Comissão de Coordenação constituída por 8 municípios ( Almada, Cascais, Guarda, Lisboa, Loulé, Odemira, Santa Maria da Feira e Torres Vedras).

Tem como órgão de decisão a Assembleia Geral de Municípios/Encontros Nacionais que se desenvolvem em 3 momentos: seminário/conferência; visita educadora; plenário para questões de organização.

Os Encontros Nacionais ocorrem 2 vezes ao ano em municípios diferentes, e as suas decisões têm carácter deliberativo. A Comissão de Coordenação reúne quatro vezes ao ano e sempre que o desenvolvimento do Plano de Atividades o exige.

Cabe a esta Comissão de Coordenação coordenar as atividades da Rede:

  • Elaborar e submeter à aprovação o Plano de Atividades e o Orçamento e Relatório do trabalho desenvolvido;
  • Dinamizar a Rede Portuguesa, através da divulgação, do debate da Carta das Cidades Educadoras e da aplicação do Plano de Atividades;
  • Fomentar a adesão de novos membros.

 

O representante da Rede Territorial no Comité Executivo da AICE é Lisboa, por votação maioritária dos restantes municípios, 

Faz ainda parte do plano de atividades:

  • Congresso Nacional das Cidades Educadoras- organizado em anos alternados aos dos congressos internacionais por um Município que para isso se tenha candidatado e merecido a aprovação da Comissão de Coordenação;
  • Edição um boletim, constituído por Editorial, Artigo de Opinião, Descrição de Experiências e Agenda;

Para mais informação visite RTPCE.

 

Dia Internacional da Cidade Educadora

A educação como motor de transformação social contribui para melhorar a vida das pessoas e das comunidades. Num mundo cada vez mais urbanizado, as cidades (grandes e pequenas) assumem um papel crucial na hora de gerar oportunidades educativas que permitam desenvolver o potencial dos seus habitantes.

A Agenda 2030 das Nações Unidas, com os seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável,situa a Educação de qualidade e inclusiva (ODS 4) como um eixo fundamental para conseguir enfrentar os desafios globais da humanidade e as cidades como espaços estratégicos na articulação de soluções coletivas (ODS11).

As Cidades Educadoras apostam na criação de contextos urbanos mais vivíveis promovendo uma visão ampla da Educação ao longo da vida e maximizando o impacto educativo das suas políticas municipais.

O Dia Internacional da Cidade Educadora é uma celebração internacional que tem como objetivo criar consciência sobre a importância da educação e dar visibilidade ao compromisso dos governos locais para a destacar como vetor gerador de bem-estar, convivência, prosperidade e coesão social.

Para...

  • Reconhecer e envolver todos os agentes sociais implicados na coconstrução da Cidade Educadora. Consciencializar sobre a importância da educação na cidade para melhorar a vida dos seus habitantes, gerar um clima de qualidade cívica e de convivência urbana.
  • Dar visibilidade ao compromisso dos governos locais e outros agentes sociais (organizações da sociedade civil, setor privado, cidadãos, etc.) com a educação.
  • Convidar e entusiasmar os cidadãos a serem parte ativa na construção da Cidade Educadora.
  • Sensibilizar sobre a contribuição ativa que as cidades e governos locais realizam para a superação dos desafios globais da humanidade (entre eles os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável). 

 

 

Lagoa, Cidade Educadora 2018

Tecendo uma rede de cumplicidades

Em 2016, a Associação Internacional de Cidades Educadoras (AICE) propôs a comemoração de 30 de novembro como o dia internacional das Cidades Educadoras. 

A primeira edição do Dia Internacional destacou o papel educativo dos governos locais. Em 2017, o trabalho dos agentes educativos presentes na cidade para a materialização do Direito à Cidade Educadora, foi a tónica.

Na presente edição,2018, queremos realçar a importância de tecer redes e agregar novos aliados na construção deste projeto partilhado que necessita do compromisso do maior número de pessoas, instituições, associações, ONG, governos locais, entre outros.

Programa Lagoa Cidade Educadora

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lagoa, Cidade Educadora 2019

Programa Lagoa Cidade Educadora 2019 

Saberes em Festa 2019

A Educação Permanente tem vindo a revelar que fora do meio escolar também se aprende e se desenvolvem atitudes e aptidões essenciais à vivência de todos os dias. Ao longo da vida, todos/as produzimos e adquirimos conhecimentos e competências, nas mais variadas ocasiões e dentro dos mais diversos contextos.

Aprendemos quando trabalhamos, observamos e escutamos, lemos, tocamos, cantamos ou dançamos; quando brincamos e praticamos desporto; quando fruímos ou produzimos obras, viajamos, passeamos na cidade e no campo; ou quando nos envolvemos em organizações e atividades de natureza cívica e social …

De facto, nascemos muito incompletos, mas dotados de uma capacidade permanente e quase ilimitada de buscar a perfeição, através de uma aprendizagem constante com outras pessoas e com o mundo em geral. Ora, neste processo permanente de aperfeiçoamento espera-se que a sociedade que nos integra proporcione os contextos e apoios mais adequados. Cabe, pois, às autarquias, como estrutura social mais próxima dos cidadãos, assegurar os meios e as medidas indispensáveis para que a educação aconteça em todos os momentos e espaços da vida local. Só assim é possível que o país avance decididamente na direção de uma sociedade educadora, assente em Concelhos Educadores e em Cidades Educadoras.

Dando continuidade aos Encontros Regionais de Educação Permanente de 2017 e 2018, com o objetivo de reunir e dar a conhecer as múltiplas e valiosas experiências de “Educação fora da Escola” que têm lugar um pouco por todo o país e, particularmente no Algarve, vai realizar-se em Lagoa a 3.ª edição deste certame, agora centrado nas atividades de Educação de Adultos que se enquadram no âmbito das Cidades Educadoras.

Assente numa parceria entre o Município de Lagoa e a Associação Portuguesa para a Cultura e Educação Permanente (APCEP), e o apoio da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares - Direção de Serviços Regionais do Algarve e Universidade do Algarve esta iniciativa terá lugar no Convento de S. José | Centro Cultural, a 29 e 30 de novembro de 2019, por ocasião do Dia Internacional da Cidade Educadora, este ano assinalado sob o mote “Escutar a cidade para a transformar”.

Programa (clicar para download) 

 

 

Lagoa, Cidade Educadora 2020

 

 

Carta das Cidades Educadoras 2020 (clicar para download) 

  

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