Pegada Ecológica Lagoa

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Hora do Planeta

 

Na verdade, não é numa hora que o planeta mudará, mas esta iniciativa a nível mundial alerta para a necessidade de levar a sério as alterações climáticas. O Município de Lagoa associa-se à “Hora do Planeta”

No próximo dia 30 de Março, a partir das 20h30, edifícios como os Paços de Concelho, depósitos de água, entre outros no concelho de Lagoa, estarão às escuras durante uma hora.

Por todo o mundo, milhões de pessoas, empresas, municípios e outras instituições, aderem a este movimento como forma de manifestar o seu envolvimento em ações relativas às alterações climáticas. Trata-se de um movimento coordenado pelo WWF – World Wide Fund for Nature em que participam diversas organizações de voluntários.

Os organizadores pretendem mudar mentalidades e atuações que levem a alterações políticas e legislativas de forma a promover uma atitude que contrarie as alterações climáticas em curso. Paralelamente, ajudam a implementar projetos de desenvolvimento sustentável por todo o mundo.

 

 

No site da organização pode ler-se:

A Hora do Planeta é uma iniciativa da WWF que começou em 2007 em Sidney, na Austrália, quando 2,2 milhões de pessoas e mais de 2.000 empresas apagaram as luzes por uma hora numa tomada de posição contra as mudanças climáticas.
Um ano depois a Hora do Planeta tornou-¬se um movimento de sustentabilidade global com mais de 50 milhões de pessoas em 135 países a mostrarem o seu apoio a esta causa ao desligarem simbolicamente as suas luzes.

Marcos globais, como a Sydney Harbour Bridge, a Torre CN, em Toronto; a Ponte Golden Gate, em Sa~o Francisco; o Coliseu de Roma, entre muitos outros, ficaram às escuras como símbolos de esperança por uma causa que se tornava mais urgente a cada hora e em qualquer parte do mundo.

Um ano depois, a Hora do Planeta tornou-¬se num movimento de sustentabilidade global com mais de 50 milhões de pessoas em 135 países a mostrarem o apoio a esta causa ao desligarem simbolicamente as suas luzes.Marcos globais, como a Sydney Harbour Bridge, a Torre CN, em Toronto; a Ponte Golden Gate, em Sa~o Francisco; o Coliseu de Roma, entre muitos outros, ficaram às escuras como símbolos de esperança por uma causa que se tornava mais urgente a cada hora e em qualquer parte do mundo.”

Lista de locais que aderirão à “Hora do Planeta” em Lagoa:

  • Edifício dos Paços de Concelho
  • Forte de N. Sra. da Encarnação
  • Passadiço de Carvoeiro
  • Centro de Congressos do Arade
  • Depósitos elevados de Estombar, Lagoa, Sesmarias e Porches.

 

 

 

 

O litoral do concelho de Lagoa caracteriza-se pelo aspecto recortado e rendilhado de uma linha contínua de arribas, quase sempre abruptas sobre o oceano. Esta morfologia é determinada por uma geologia muito peculiar, lentamente modelada pela água das chuvas, pela energia das ondas, e pelo vento.

O 'CAMINHO DOS PROMONTÓRIOS' acompanha o contorno da orla costeira e estende-se por 6 km, entre a praia do Molhe, junto à foz do rio Arade, e a praia do Paraíso, nas proximidades da vila do Carvoeiro. A partir do promontório da Ponta do Altar, para nascente, uma sucessão de pontais ou pequenos promontórios, alternam com reentrâncias que acolhem pequenas praias encaixadas ou depósitos rochosos e pedregosos resultantes de antigos desmoronamentos. Mas são as arribas o elemento dominante na paisagem, desdobrando-se em relevos imponentes e de singular beleza.

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Ao longo do percurso o caminhante encontra, sistematizada em painéis interpretativos, informação sobre a geologia, a litologia e a geomorfologia, os ecossistemas marinhos e a vegetação costeira, a par de testemunhos da antiga ocupação humana do litoral.


 

 

A Ponta do Altar avança 260 m mar adentro, definindo, a nascente, a foz do Rio Arade e delimitando as enseadas do Pintadinho e dos Caneiros. A sua designação fica a dever-se à existência de um altar pré-histórico, o qual teria caído ao mar durante uma derrocada das arribas.

As arribas do litoral de Lagoa são talhadas num maciço de rochas carbonatadas (calcários), muito vulneráveis ao contacto com a água, sendo assim facilmente esculpidas por ela. Na Ponta do Altar e nas arribas envolventes são de assinalar as galerias (designadas localmente por furnas) e os algares (poços naturais). Na arriba a norte do Pintadinho é visível uma enorme abóbada com dois arcos; na vertente leste do promontório encontram-se dois algares. Todas estas ocorrências são geoformas de erosão, resultantes da circulação subterrânea de água e da acção mecânica das vagas.

 

A Ponta do Altar é um sítio privilegiado para observar a vegetação típica destas arribas calcárias - o matagal mediterrânico. A costa meridional do Algarve assume-se já mediterrânica e a vegetação encontra-se bem adaptada à secura estival acentuada. Os calcários acentuam a aridez ambiental, já que, ao permitirem a rápida infiltração das chuvas, favorecem a circulação essencialmente subterrânea da água. Também os solos delgados e os persistentes ventos marítimos impedem a evolução dos matagais para formações mais complexas (bosques).

 


 

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